5 dicas para estudar matérias difíceis

5 dicas para estudar matérias difíceis

5 dicas para estudar matérias difíceis

Para aqueles profissionais que estão atrás de qualificação e novos desafios na carreira, a busca por novos conhecimentos é um propósito que não ficou esquecido lá na época da faculdade. Para se manter competitivo na sua área de atuação, o estudo tem que fazer parte da rotina e do planejamento de carreira do profissional.

Os cursos mais procurados por esses profissionais de elite são os de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado), além de cursos de capacitação. Se você está buscando evoluir na carreira, deveria considerar uma dessas opções. Mas, esse não é o principal foco deste post.

Se você estuda sozinho ou já cursa uma pós-graduação, mas tem encontrado dificuldades para estudar, principalmente aqueles conteúdos mais complexos, fique tranquilo!

Hoje, você vai conferir 5 dicas para estudar as matérias mais difíceis. Então vamos lá? Boa leitura.

1. Aceite as dificuldades

O primeiro passo para vencer as dificuldades é aceitá-las: as dúvidas surgirão com a chegada de cada novo conteúdo. E é normal que, depois de um tempo trabalhando, você fique desacostumado a estudar ou até mesmo tenha esquecido alguns conteúdos vistos na graduação.

Não se deixe desestimular e nem desista. Pense nisso como a primeira etapa a ser vencida no seu crescimento profissional. A falta de persistência é o fator que mais dificulta o aprendizado, pois este é construído gradativamente. Se você ficar longos períodos sem estudar, vai perder o progresso já obtido e, provavelmente, terá que começar tudo de novo.

Aliás, veja a próxima dica e descubra como manter a constância dos seus estudos!

2. Faça um planejamento

Para estudar de forma efetiva, é necessário organização e planejamento. Isso vale para qualquer fase da vida acadêmica e também para o seu aperfeiçoamento durante a carreira profissional.

Deixar para estudar em cima da hora, sem planejamento, é a pior atitude que você pode tomar. Com a escassez de prazo, vem o desespero de ter muitas informações para aprender sem tempo hábil para tal. A situação se agrava quando a matéria é difícil e exige resolução de muitos exercícios, por exemplo. Portanto, evite esse stress e faça um planejamento dos seus estudos. Vamos lá!

Como fazer um cronograma

Separe os horários disponíveis que você tem durante a semana em uma agenda – ou em um aplicativo, se você utiliza muito o celular ou o tablet – e, a partir disso, divida as matérias entre esses horários. Momentos para descanso, lazer e outras atividades e compromissos também devem estar estipulados no seu plano. E de nada adianta estudar por muitas horas seguidas!

Outra dica para melhorar o rendimento do seu plano de estudos é tentar encontrar em qual horário o seu rendimento é melhor. Para alguns, a concentração pode ser melhor na parte da manhã, mas é claro que nem todo mundo tem o privilégio de poder estudar nesse período. Conciliar os estudos com trabalho, família e rotina é complicado, deixando muitas vezes apenas a noite ou os finais de semana para estudar.

3. Comece com as matérias mais difíceis

Se você já sabe qual o seu horário de melhor rendimento, aproveite que está com a cabeça “fresca” e estude primeiramente aquela matéria em que você tem mais dificuldade. Para vencer a resistência de aprendizagem em uma disciplina complexa, é melhor começar logo por ela, pois será mais fácil de se concentrar.

Se você reservou, por exemplo, duas horas no seu planejamento de estudo, veja primeiro os temas mais difíceis e tenha persistência no assunto. Nada de desanimar diante do primeiro problema de raciocínio lógico, por exemplo.

Depois disso, estude matérias com as quais você tem mais afinidade. Assim, você equilibra seus esforços durante o horário estipulado e não se sentirá sobrecarregado.

4. Faça mapas mentais

Você já ouviu falar em mapa mental? É um método para registro de ideias proposto nos anos 70, pelo psicólogo inglês Tony Buzan. A ideia dos mapas mentais é totalmente contrária à tradicional “decoreba” e é bem simples. Consiste em delimitar o assunto central e, a partir dele, criar ramificações e conexões marcadas por palavras-chave e outros tópicos importantes, deixando tudo conectado e visualmente organizado.

Segundo seu criador, as conexões dos mapas mentais seguem o funcionamento do cérebro humano para armazenamento de informações: tudo está interligado das extremidades ao núcleo. O cérebro adora associar uma coisa à outra e é assim que aprendemos em longo prazo.

Como fazer um mapa mental

Tenha à disposição um grande espaço em branco (de preferência um quadro) para escrever e canetas com diferentes cores (os elementos visuais também ajudam na fixação). Defina o tema principal que está estudando e escreva-o no centro do mapa. A partir dele, crie subtópicos à medida que as informações forem ficando mais específicas. Você pode, por exemplo, fazer cada camada de dados com uma cor diferente.

Se você está testando o seu primeiro mapa mental ou o tema demanda muita mobilidade de informações, procure plataformas digitais dedicadas a isso. Assim, você não perde tanto tempo apagando ou refazendo suas anotações. O Coggle.it e o XMind, por exemplo, oferecem mapas mentais digitais com opções rápidas de edição e compartilhamento.

5. Busque outros conteúdos

Nos cursos de pós-graduação ou MBA, além da ajuda do professor, você também tem o apoio das referências bibliográficas: livros, publicações e artigos. Porém, quando você está estudando sozinho em casa e a dificuldade aparece, toda essa teoria, às vezes, parece não levar a lugar nenhum. Talvez seja o momento de procurar outros conteúdos para complementar seu estudo.

Na internet, você pode procurar blogs como esse, canais com videoaulas, sites com exercícios práticos, fóruns específicos sobre o assunto para tirar dúvidas. Nessa variedade de conteúdos e formatos, você pode encontrar o ponto em que estava tendo mais dificuldade para compreender e uma explicação que vai esclarecer tudo.

Mas cuidado: faça antes uma boa pesquisa para encontrar sites e conteúdos realmente confiáveis e de relevância. E na hora de tirar dúvidas com outros usuários, cheque todas as informações passadas por eles para evitar equívocos durante seus estudos.

Enfim, 5 dicas para estudar matérias difíceis. No nosso blog, você pode encontrar mais dicas para melhorar seu desempenho profissional. Se esse conteúdo ajudou de alguma forma ou se você conhece algum amigo que precisa dessas dicas, compartilhe nosso post nas suas redes sociais.

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